22 de mai de 2011

SPORT COUTURE: A NOVA MODA ESPORTIVA

Se quando você ouve falar em moda esportiva sua cabeça já faz conexões diretas às marcas óbvias como adidas e Nike, pode começar imediatamente a tirar essa ideia da cabeça, pois uma nova tendência esportiva está invadindo as passarelas mundo afora.
Gloria Coelho e o esporte couture: mix de silhueta ajustada ao corpo e silhueta ampliada. Em ambos os casos, nota-se a sofisticação dos materiais.
tendência do momento é o modelito esporte chique. Em uma via totalmente oposta ao sportwear clássico, a moda de agora é sofisticada com peças de alfaiataria caprichada em elaboradas modelagens.
A aposta da Coven para o inverno 2011. Confortável e cheio de estilo!
material escolhido para as peças também supreende. Diferente do neoprene e nylon previsíveis, no esporte chique você encontra tricô, cetim, seda e muita lã. Confira alguns desfiles que trouxeram a tendência:
Osklen, Huis Clos e Triton.

Joias e bijuterias sustentáveis ganham espaço na moda

GILBERTO JÚNIOR15 DE MAIO DE 2011, 8H29

Stella McCartney pode até ser a representante mais famosa da moda “verde”, mas o número de designers que investe em peças sustentáveis cresce a cada dia no mundo inteiro. E não só na moda: quem cria joias e bijoux também tem entrado nessa onda.
No Brasil, por exemplo, a Armajon Biojoias, que já desenvolveu uma linha em parceria com a atriz Suzana Pires, faz modelos que mixam ouro e elementos da natureza. Para completar, o processo de produção das peças não polui o meio ambiente.
Já as sócias Mércia Stela e Paula Santos, da grife Mãos da Terra, usam de maneira sustentável recursos naturais em suas bijuterias finas, como costumam chamar suas peças. A matéria prima é recolhidas por meio de coleta seletiva, realizada por comunidades do Cerrado e da Amazônia.
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A marca usa sementes não germinadas, fibras naturais, refugos de madeira, osso, chifre, conchas de madrepérola e pedras. A produção é feita com todo o cuidado, claro, para não extrair nada que possa causar degradação ambiental.
DIVULGAGÃO
Silvia Blumberg é mais uma designer de joias sustentáveis. Em sua loja em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro, ela expõe e vende peças que não levam ouro na composição. O motivo? Os elementos tóxicos produzidos na finalização do trabalho com esse metal. Em “Canteiros de Joias”, uma de suas últimas coleções, fez anéis, pulseiras, brincos e até alianças de compromisso em prata reciclada, misturada a cimento, pirita e pó de tijolo.
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No exterior, a lista de criadores que estão dentro da categoria green é imensa. Mas vamos aos highlights: Erica Corte, natural da Argentina, faz uma série de peças que levam em sua composição porcas, clipes, zíperes, parafusos, além de algodão orgânico, fios de seda e malha de prata fina.
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A Polli, das australianas Maja Rose e Tess Loyd, aposta nos acessórios com metal reciclado: aço inox e sobras de bronze. Além de reutilizar materiais, a empresa usa luz natural e lâmpadas energeticamente eficientes no seu ateliê. Mais: instituiu que seus funcionários fossem ao trabalho a pé ou utilizassem meios de transportes “verdes”, como bicicletas.
Mas não são apenas as matérias primas que garantem a sustentabilidade dos acessórios. A forma como essas joias e bijuterias são produzidas também é levada em consideração, já que muitas vezes a retirada do ouro ou de outras pedras preciosas por mineradoras envolve um alto grau de exploração da mão de obra.
Uma das iniciativas mais bacanas que surgiram no setor do comércio justo foi a aliança lançada pela Fairtrade International (Comércio Justo Internacional) e pela Alliance for Responsible Mining (Aliança para o Fundo de Mineração). Juntas, elas criaram a Fairtrade and Fairmined (Feira de Comércio Justo do Ouro), uma organização sem fins lucrativos que garante boas condições de trabalho, saúde, tecnologia e segurança aos mineiros de países como Bolívia, Colômbia, Equador e Peru.


beijoka
Neide

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